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Santa Catarina registra aumento de 53,2% no número de focos do mosquito Aedes aegypti

26/12/2017

A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC), anunciou recentemente que 9.953 focos do mosquito Aedes aegypti foram identificados este ano em 142 municípios catarinenses até o mês de novembro. O número é 53,2% a mais do que o registrado em 2016 no mesmo período, quando 6.498 focos haviam sido identificados em 133 municípios.

Diante do risco de epidemias das doenças transmitidas pelo mosquito – dengue, zika e chikungunya –, durante o verão, estão sendo intensificadas as ações de prevenção e controle do Aedes aegypti em todo o estado, especialmente nos 61 municípios considerados infestados pelo mosquito. “O mosquito Aedes aegypti costuma aumentar sua circulação no verão, em virtude da combinação da temperatura mais quente e chuvas. Para se reproduzir, ele precisa de locais com água parada. Por isso, neste momento que antecede o período mais quente e úmido do ano, deve-se intensificar a eliminação de possíveis criadouros, impedindo o nascimento do mosquito e, como consequência, sua proliferação”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Dr. Vicente Caropreso.

 

COMO PREVENIR

O Aedes aegypti tem como criadouros os mais variados recipientes que possam acumular água parada, domiciliares e peridomiciliares. Os mais comuns são pneus sem uso, latas, garrafas, pratos dos vasos de plantas, caixas d’água descobertas, calhas, piscinas e vasos sanitários sem uso. A fêmea do mosquito pode, também, depositar seus ovos nas paredes internas de bebedouros de animais e em ralos desativados, lajes e em plantas como as bromélias.

 

O que fazer?

  • Evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, coloque areia até a borda;
  • Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
  • Mantenha lixeiras tampadas;
  • Deixe os tanques utilizados para armazenar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
  • Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água.
  • Trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
  • Mantenha ralos fechados e desentupidos;
  • Lave com escova os potes de comida e de água dos animais, no mínimo uma vez por semana;
  • Retire a água acumulada em lajes;
  • Dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em vasos sanitários pouco usados e mantenha a tampa sempre fechada;
  • Evite acumular entulho, pois podem se tornar criadouros do mosquito.
  • Para mais informações, procure a Secretaria de Saúde do seu município.

Fonte: Portal Diretoria de Vigilância Epidemiológica